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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Rumo ao nada, com tudo como caminho





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1 Image by: Wallyir (2010). Com texto e montagem de Guilherme Henz Franco (2016).

2 Music by: Cartola (1978). Preciso me encontrar. Letra de Candeia (1976).



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Space Oddity, Odisseia Espacial



Tanto a busca pela realidade

quanto o gosto pela fantasia

encontram o mesmo fim:

uma cova comum

com um epitáfio ilusório



1
2



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3 From M. T.'s testament:

"...There must be a control, specially one from the ground, which is safe. Someone check that. Take the pills, 'cause the food we produce is not nutritive anymore, and the edible lifeforms are rare. Those pills will also let you centered on your mission, which is not your chosen mission, is the mission that we designed and designated for you. The pills will avoid distractions and attention driven to your unknown side, which is disturbing and not really you. Turn the engine, 'cause we'll need a lot of automatic resources. It will lead us ahead. We need the machines to produce us what is vital. Now we can ride in a stunning velocity, even though we cannot feel it. The sky and the Earth are blue, and I can barely breathe..."

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1 Image by: Kubrick, Stanley (1968). 2001: a Space Odissey. MGM.

2 Music by: Ramil, Vitor (2000). Estrela, estrela. Satolep Music: Tambong. Track 12.

3 Quote by: Tom, Major (2029). Testament. In: Jones, Davy (1969). Space Oddity. Mercury: David Bowie. Track 1.



domingo, 6 de dezembro de 2009

O que mais me assusta

E o que mais me causa medo
é o poder que tenho de te deixar triste.



Uau... Depois que pulei, é que me ocorreu...
A vida é perfeita - a vida é a melhor, cheia de magia, beleza, oportunidade e... televisão!... E surpresas ... montes de surpresas, sim. E então há o melhor, claro - melhor do que qualquer coisa que qualquer um tenha feito, porque é real...


Você pega um estranho pela mão -
Um homem que não entende
Seus sonhos mais selvagens

Você atravessa a areia suja
E oferece-lhe um oceano
Do que ele nunca viu...

Talvez eu fosse cego
Ou eu, eu poderia ter fechado os olhos,
Talvez eu fosse bobo,
Mas o que eu esqueci de dizer,
Se você não sabe,
É nunca me deixe ir.


Nunca me deixe ir
Nunca me deixe ir
Nunca me deixe ir


...Você corre do amor e não acredita,
A não ser que lhe pegue pelo calcanhar,
E, mesmo assim, você luta

Pelo vermelho eu aprendi a cruzar a orla
Suas pegadas ainda lá na areia
Tudo o mais pela maré tragado...

Eu posso não estar sozinho
Oh, eu, talvez tenha encontrado meu lar
Posso ter perdido meu caminho
Mas o que esqueci de dizer,
No caso de você não saber...
...Nunca me deixe ir

...Nunca me deixe ir...
...Nunca me deixe ir...


-
U2 & The Mdh Band - Never Let Me Go

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Filósofos-Artistas

Estão perdidos.


"Aye, we're good and lost now... For sure, you have to be lost to find a place that can't be found..."

Incidental art by Pirates of the Caribbean: At World's End -
Citation of Barbossa, Hector.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Política (um título pouco satisfatório para um texto pouco satisfatório)

Durantes estas duas semanas, a proposta vai ser quase simplesmente fazer uma viagem (vai ser uma viagem com uma pequena introdução). O poste está dedicado a Sandro do Nascimento, outro incompreendido artista contemporâneo. O agradecimento é ao Daniel Dutra e à Talita Tibola, que hoje em dia são as pessoas que mais me dão o que pensar.

Assim como um artista sente no íntimo a irrevogável conveniência de mudar de estilo, também sente o vivente (até um simples silogismo aristotélico corrobora isso). Durante muito tempo me calar foi o modo que encontrei para poder estar contigo. Mas queres também minha voz intrusa e delicada. O riso que esgarça tua carne, escarnecida. As lágrimas que te louvam, demonstrando geometricamente a diferença entre tua presença e tua ausência, teu amor e tua indiferença. Não estás pronta, não é motivo pra te jogar fora. Talvez nunca estejas, ainda assim. É muito certo que te machucar seja o meu último recurso, mais último que morrer, esta crisálida, devir-borboleta, não sei dizer melhor 'que dizes. No seu limite e no meu limite é que nos encontramos. E se nossa relação real é superficial porque não sabemos nos comunicar, mostrar que nos amamos, para além dos estereotipos (os tipos estéreis, duros) - 'você não me entende', 'você me irrita', 'você não me dá atenção', quais mais temos? -, há algo de nossa relação profunda que não me permite ser sem ti. Agradeço então por existir em minhas fantasias, ser para mim mais do que o comunicável. A vida é um texto, e todo texto se presta a que, depois dele, a vida nunca mais seja a mesma. Sei que isso não acontece senão imperceptivelmente, e por isso nada me tem sido mais insosso que a distância dos corpos transformada em palavras. Não são essas as borboletas que queríamos. Ser ambíguo é meu jeito de ir além dos limites. Na verdade, não sei o teu. A impressão que tenho é constantemente essa, de que a gente não se conhece, senão pelos estereótipos. Algo acontece quando o fim é muito premente mas os meios não fluem. Eu me encho de defesas, começo a dizer, fazer o contrário do que penso mas nem por uma exata ironia.
Deixemos os prolegômenos para enfim viajar: http://radamesm.wordpress.com/2007/10/20/sou-tropa-de-elite
- comentário de um posto do Radamés Manosso, alguém que é mais do que um produtor de conteúdos educacionais para internet. Vamos conhecê-lo?